quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Acre é premiado pelo governo alemão por combater desmatamento


Carta Verde


Meio Ambiente

Acre é premiado pelo governo alemão por combater desmatamento

Foto: Angela Peres/Agência Acre O tiro em Chico Mendes ecoou longe e atraiu a atenção internacional para a causa. Hoje, 25 anos depois, o Acre se destaca no combate ao desmatamento. Em 2012, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a área devastada no estado foi de 308km², ainda significativa, mas menos da metade da registrada naquele 1988, quando começaram a ser feitas as medições.
O caminho é longo, mas o estado dá passos firmes – talvez como nenhum outro no Brasil – para promover um modelo de desenvolvimento econômico que contemple proteção florestal e combate à pobreza. No fim do ano passado, o Acre foi laureado pelo governo alemão com um recurso de 16 milhões de euros (43 milhões de reais). O dinheiro vai ajudar a financiar projetos ambientais, mas é, sobretudo, um prêmio ao que foi feito nos últimos anos contra o desmatamento.
“O Acre é um dos estados de melhor performace na Amazônia brasileira, vem se destacando de forma positiva no combate ao desmatamento”, disse à DW Brasil Alberto Tavares, coordenador da ONG WWF no estado e um dos monitores da assinatura do acordo de doação. “Esse dinheiro é um reconhecimento a esse bom desempenho.”

FONTE: http://www.cartacapital.com.br/

Um comentário:

  1. Maratonistas brasileiros relatam como foi aexplosão em Boston Todos são experientes e pretendem deixar para trás o medo que passaram. Ao todo, 131 brasileiros estavam inscritos, mas não há registro de vítimas.

    'Os brasileiros que participaram da Maratona de Boston viveram momentos de terror. Muitos tiveram que superar o cansaço e enfrentar quilômetros de caminhada para chegar em segurança ao hotel.

    “A explosão foi muito grande, os prédios vibraram”, conta Maurício.

    “Ficou todo mundo se olhando sem acreditar”, lembra Catarina.

    “A primeira coisa que me veio à cabeça foi o 11 de setembro”, diz Adriana.

    Os três brasileiros estavam no local da corrida, perto de onde as explosões aconteceram. O carioca Maurício tinha acabado de terminar a prova com a mulher quando veio a primeira explosão. Estava a menos de 300 metros da chegada.

    “Eu vi tudo..A fumaça subindo, o barulho, não só da explosão, mas de estilhaços, de coisas se partindo. A gente via pessoas aflitas”, afirma.

    Um pouco atrás de Maurício estava a paulista Adriana, que descansava em uma área reservada aos atletas depois de completar a maratona. Ela corria com o marido. Era uma viagem em família, e as duas filhas estavam no hotel. Adriana conta que as explosões provocaram tumulto.

    “Eu fui jogada no chão, e as pessoas começaram a passar por cima. O que me ajudou foi que duas voluntárias da organização da prova estavam próximas, me viram e me socorreram uma de cada lado, me puxaram pelo braço e ficaram comigo um tempão até eu me recuperar”, conta.

    O marido dela, Luciano Savoldi, esperava ansioso já no hotel: “Uma hora e 15 e ela não chegava. Então, a gente começou a ficar preocupado”, conta.

    Poucos metros antes da linha de chegada, a reação foi outra: choque, como conta Catarina, que esperava a passagem do marido Alexandre Matos. “O medo de ter outra bomba, como eles iriam ficar se eles parassem a prova”, lembra.

    O marido dela viu a comoção só de longe. Estava a 500 metros da linha de chegada, que nem chegou a cruzar: “Atrás da gente tinha umas 10 mil pessoas ainda para concluir a prova e nós ficamos aguardando lá durante meia hora”, diz.

    Para ir embora, Alexandre teve de fazer como outros maratonistas: sem transporte público nem taxi, precisou sair caminhando. “Andamos três quilômetros para ir até o hotel. No hotel foi quando nós nos encontramos, todo mundo bem”, lembra.

    Os cinco brasileiros entrevistados ainda vão passar mais alguns dias nos Estados Unidos. Os primeiros começam a voltar ao Brasil no fim desta semana. Todos são maratonistas experientes e dizem que pretendem deixar para trás o medo que passaram.

    “Eu gosto de correr, eu corro e vou continuar correndo. A reação é seguir a vida”, afirma Maurício.

    Ao todo, 131 brasileiros estavam inscritos na Maratona de Boston. Segundo o Itamaraty, não há registro de vítimas.

    ResponderExcluir