sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

7° ano - Ciências Humanas

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19 comentários:

  1. Jovem de 14 anos é morto em jogo do corinthians ontem.
    Kevin Betran foi atingido por um sinalizador nas arquibancadas atirado pela torcida visitante.Apesar do ocorrido a notícia o jogo nao foi paralisado.

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  2. Garoto foi morto no jogo de futebol na bolivia no jogo do corinchas,pelo cinilizador

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    1. Correção:
      Garoto foi morto no jogo de futebol na Bolívia no jogo do Corinthians, pelo SINALIZADOR.

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  3. Torcedor boliviano morre por sinalizador em San Jose, homen que usou o sinalizador foi preso pela torcida boliviana

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  4. torcedor do corinthians de 14 anos é atingido por um sinalizador . Ele foi para o hospital mais não reistiu aos ferimentos e morreu.

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  5. Victor Buscariolo Zanutto21 de fevereiro de 2013 às 20:18

    jovem de 14 anos chamado Kevin Betran assistia o jogo de Corinthias x San Jose na Bolívia nesta quarta-feira , quando torcedores acenderam um sinalizador e jogaram para cima mas não foi o suficiene , Kevin torcia para o San Jose , quando o sinalizador caiu ele caiu em cima de Kevin esmagando seu cérebro Kevin foi levado até o hospital mais próximo do estadio. Kevin não resiste aos ferimentos e morre aos 14 anos de idade

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  6. CHAVÉZ MORRE DERROTADO PELO CÂNCER
    O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, morreu nesta terça-feira, em Caracas, aos 58 anos, ao final de uma longa batalha contra o câncer, anunciou o vice-presidente Nicolás Maduro em rede nacional de televisão.

    "Recebemos a informação mais dura e trágica que poderíamos transmitir ao nosso povo. Às 04H25 da tarde (17H55 de Brasília) de hoje, 5 de março, morreu nosso comandante, o presidente Hugo Chávez Frías", disse Maduro.

    Logo após o anúncio, Maduro mobilizou as Forças Armadas para garantir a paz.

    Chávez estava internado no hospital militar de Caracas onde era submetido a um tratamento contra o câncer diagnosticado em junho de 2011.

    A luta contra o câncer havia impedido Chávez de tomar posse em 10 de janeiro, depois da reeleição de outubro de 2012 para um terceiro mandato de seis anos.

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  7. Empresa lamenta morte de funcionários em queda de avião





    Todas as dez pessoas a bordo do bimotor
    morreram no acidente
    A empresa de engenharia Cesbe lamentou a morte de 9 funcionários em um acidente aéreo no Pará. Segundo informações da empresa, desde que soube do acidente a Cesbe montou uma equipe para acompanhar a investigação do caso, dando apoio logístico no resgate e auxiliando os familiares dos funcionários envolvidos no acidente.
    Os empregados da Cesbe e o piloto do avião bimotor modelo Carajá da companhia de táxi aéreo Fretax morreram após a aeronave cair no município de Almeirim, nordeste do estado, nesta terça-feira (12). Segundo a empresa, a Fretax atendia a Cesbe na rota Belém/Monte Dourado (PA) desde outubro de 2011.
    Os destroços do avião foram encontrados nesta quarta-feira (13). Peritos do IML foram enviados ao local para resgatar os corpos das 10 vítimas. O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) está investigando o motivo da queda da aeronave.

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  8. 17 de Março de 2.013
    D.Pedro primeiro foi retirado de uma tumba para conhecer mais o passado.Foi descoberto pela Universidade em São Paulo,das esposas de D.Pedro Leapoldina foi enterrada com a mesma roupa que foi coroada e Amélia foi mumificada, muita gente acha que D.Pedro fui cremado, mas na verdade ele foi enterrado.

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  9. Filósofo de vasta e expressiva cultura popular, além de bases sólidas na psicanálise e no marxismo, Slavoj Žižek é o autor feroz que nos convida a todo momento à essência da vida social, em um diagnóstico do mundo capitalista, à política sem amarras e concessões: para os marxistas, a análise, sempre aguda, da luta de classes.

    O tema recorrente da exclusão social não deixa de revelar o autor crítico de um mundo muitas vezes sopesado pelo discurso pós-moderno contentor dos traumas, violências, tragédias cotidianas ou outras tonalidades ditas humanitárias, o qual falha, pois, para operar a crítica, desconsidera a profundeza da equivalência socioeconômica, ou seja, rasga de cena a forma mercadoria, contentando-se tão só em cantar o hino do ecologicamente correto e da esquerda pragmática. Esse filósofo justamente renova o discurso contemporâneo crítico porque relega o pós-moderno bem estabelecido da preleção acadêmica pseudocrítica. Alinha, à teoria marxista e sua escola, o refinamento de uma compreensão psicanalítica engajada da sociedade capitalista atual.

    Em Vivendo no fim dos tempos, Žižek se reafirma, como habitualmente o faz, se repetindo. Característica marcante desse filósofo de Liubliana é sua imensa potencialidade produtiva, retomando constantemente as intervenções anteriormente feitas sobre temas dos mais variados, como psicanálise, cinema, literatura, violência, teologia política, ecologia e realidade virtual. Nesse livro, o filósofo mantém seu discurso em uma contestação para além do capital. Como ele próprio define: “este livro, portanto, é um livro de luta, segundo a definição surpreendentemente pertinente de luta emancipatória dada por são Paulo”. Os contornos literários de uma linguagem estética refinada e o arrebatamento filosófico de Žižek em Vivendo no fim dos tempos são tão surpreendentes que qualquer leitura anterior desse filósofo não retira a imperiosidade espiritual de relê-lo. Revisitá-lo é manter viva a chama da crítica.

    Marcelo Gomes Franco Grillo Procurador-geral do município de São Carlos (SP). Pesquisador da obra de Žižek, é autor do livro O direito na filosofia de Slavoj Žižek: perspectivas para o pensamento jurídico crítico

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  10. O governo brasileiro está numa situação muito delicada diante do golpe que depôs o presidente paraguaio Fernando Lugo.

    De um lado existem todos os compromissos com a democracia e o combate à pobreza, tanto com os brasileiros como no plano internacional. Isso levaria o Brasil a decidir por sanções fortes ao golpe de Estado e a sugerir essa política ao Mercosul, pressionando o atual governo paraguaio para o pronto restabelecimento da democracia e fortalecendo esta como uma conquista inquestionável e coletiva.

    De outro lado está o agronegócio brasileiro, que se expandiu para o Paraguai em busca de menores custos de produção. Os “brasiguaios” se transformaram nos maiores produtores de soja do país, com plantações que ocupam 1,2 milhão de hectares. E há também a agropecuária e outros interesses. Esses brasiguaios do agronegócio – é preciso distingui-los de outras ondas de migração do Brasil para o Paraguai, que trouxeram agricultores familiares expulsos de suas terras pela expansão das grandes fazendas – foram dos primeiros a reconhecer a legitimidade do presidenteFederico Franco, recém-empossado

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  11. Idade Media Reage
    A classe media nao quer mais regeicao, e o proprio presidente dos Estados Unidos falou que mandou outro advogado a cuidar da classe media, e essas pessoas estao nas ruas protestando e mostrando como e o dia -a -dia dessas pessoa.
    Dia 21
    Site
    Le Monde

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  12. Os bancos ficaram grandes demais. Maiores e mais poderosos que os governos, eles hoje mandam no mundo e impõem as regras do jogo financeiro internacional. Na crise de 2007/2008 eles impuseram que os governos pagassem as suas contas com dinheiro público, quando suas especulações no mercado não deram certo. Agora, em uma situação muito mais delicada, com os governos já endividados pelo movimento anterior, novamente essas instituições cobram o socorro dos governos nacionais e mesmo da União Européia.

    Desconhecendo as lições da crise anterior e até mesmo aumentando os riscos de praticar uma especulação ainda mais intensa, muitos desses grandes bancos estão hoje super expostos num duplo sentido: tanto pela operação especulativa com derivativos, alavancando seu capital na proporção de até 1:50, como é o caso do banco francês Societé Générale; como pela compra de títulos dos governos da Grécia, Espanha, Portugal, obrigados a aceitar taxas de juros escorchantes pelo risco embutido no empréstimo. Hoje, os títulos da Grécia, pelo default anunciado, isto é, pela ameaça real do calote, valem no mercado menos que metade do seu valor de face e, se os bancos que os detém tiverem que se desfazer deles, terão grandes prejuízos. O efeito conjugado dessas duas frentes de especulação leva a um estado de endividamento dos grandes bancos internacionais que ameaça sua solvência.

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  13. Classes médias?

    Claudius

    por Silvio Caccia Bava

    As classes médias são algo difícil de entender. Talvez até porque sob essa classificação convivam tribos muito diferentes. E são elas, no entanto, que terão um papel decisivo nas próximas eleições, seja nos Estados Unidos, seja na cidade de São Paulo.

    A disputa de significados não é sem razão. O conceito de classe média que for adotado vai abrir campos de identidades e de alianças.

    O conceito que se impõe, pela força que tem a lógica do mercado, é o da capacidade de consumo. A classe média, nesse caso, se define por sua capacidade de consumo. E como o aumento da capacidade de consumo do brasileiro mais pobre tem se elevado, isso abre espaço para uma operação ideológica, que é chamá-lo de classe média e reforçar a ideia de ascensão social, de que ele está melhorando de vida. Essa visão pretende que o povão apoie o governo e busque, nas eleições, a continuidade dessas políticas que o favorecem. No plano do imaginário social, essa operação é um sucesso, e o apoio ao governo da presidente Dilma demonstra isso. Um Brasil que cresce, que melhora a vida dos mais pobres. Esse é um sentimento compartilhado por uma grande maioria.

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  14. Classes médias?

    por Silvio Caccia Bava

    As classes médias são algo difícil de entender. Talvez até porque sob essa classificação convivam tribos muito diferentes. E são elas, no entanto, que terão um papel decisivo nas próximas eleições, seja nos Estados Unidos, seja na cidade de São Paulo.

    A disputa de significados não é sem razão. O conceito de classe média que for adotado vai abrir campos de identidades e de alianças.

    O conceito que se impõe, pela força que tem a lógica do mercado, é o da capacidade de consumo. A classe média, nesse caso, se define por sua capacidade de consumo. E como o aumento da capacidade de consumo do brasileiro mais pobre tem se elevado, isso abre espaço para uma operação ideológica, que é chamá-lo de classe média e reforçar a ideia de ascensão social, de que ele está melhorando de vida. Essa visão pretende que o povão apoie o governo e busque, nas eleições, a continuidade dessas políticas que o favorecem. No plano do imaginário social, essa operação é um sucesso, e o apoio ao governo da presidente Dilma demonstra isso. Um Brasil que cresce, que melhora a vida dos mais pobres. Esse é um sentimento compartilhado por uma grande maioria.

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  15. despertar do mundo árabe tem raízes profundas. Uma região que há décadas é controlada por regimes ditatoriais que reprimem a ferro e fogo toda manifestação em defesa de direitos, toda manifestação que venha a desestabilizar relações de poder amplamente favoráveis às suas elites e aos interesses estadunidenses e das antigas metrópoles coloniais ainda muito presentes na região. O que está em jogo é o controle do petróleo.

    Mas nem toda opressão leva a uma revolta. É preciso que algo aconteça para detonar um levante popular. No caso da Tunísia, tudo começou quando um jovem vendedor ambulante ateou fogo a si próprio em protesto contra o confisco pela polícia das frutas e vegetais que ele vendia. Sua auto-imolação gerou uma série de crescentes mobilizações que levaram o presidente Ben Ali a renunciar, depois de 23 anos de governo.

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  16. USP cria Comissão da Verdade para investigar crimes da ditadura contra professores e alunos

    Sete docentes irão examinar e tentar esclarecer violações que ocorreram na universidade entre os anos de 1964 e 1985
    Trabalhos da instituição vão contribuir com a Comissão Nacional da Verdade
    Tópicos da matéria:
    Comissão da Verdade


    RIO - A Universidade de São Paulo (USP) também vai investigar violações de direitos humanos cometidos durante o regime militar contra professores, alunos e funcionários. Na noite desta terça-feira (7), a USP anunciou a criação de uma Comissão da Verdade destinada a examinar e esclarecer violações que ocorreram na universidade entre os anos de 1964 e 1985.
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    Aulas sob vigilância e perseguição na ditadura militar
    A universidade informou, por meio da assessoria de imprensa, que a comissão será constituída por sete docentes e terá como presidente o professor Dalmo de Abreu Dallari, da Faculdade de Direito. Além dele integram o colegiado os professores Erney Felicio Plessmann de Camargo, do Instituto de Ciências Biomédicas; Eunice Ribeiro Durham e Janice Theodoro da Silva, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas; Maria Hermínia Brandão Tavares de Almeida, do Instituto de Relações Internacionais; Silvio Roberto de Azevedo Salinas, do Instituto de Física; e Walter Colli, do Instituto de Química.
    Os trabalhos da comissão consistem em receber testemunhos, informações e documentos do período e convidar, para prestar depoimentos, pessoas que tenham conhecimento de fatos referentes às violações de direitos humanos na universidade durante a ditadura militar. Também poderão ocorrer perícias e diligências para se obter informações e documentos referentes ao período.
    Todos os trabalhos feitos pela Comissão da Verdade da USP irão contribuir para a Comissão Nacional da Verdade, informou a universidade. Ela vai atuar pelo prazo de um ano e, ao final desse período, elaborará um relatório com os resultados dos trabalhos de investigação.
    Na Assembleia Legislativa de São Paulo também foi instaurada uma Comissão da Verdade para apurar as violações ocorridas no estado durante o regime militar.


    .

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  17. Congresso do Meio Ambiente terá índio doutor e Marina Silva em Poços
    Décima edição terá pelo menos 550 congressistas em Poços.
    Indígena Daniel Munduruku abre a programação deste ano.
    Do G1 Sul de Minas




    Daniel Munduruku é escritor e doutor e abre o
    Congresso (Foto: Divulgação / GSC Eventos)
    Tem início nesta quarta-feira (22) o 10º Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas (MG). Segundo a organização que é feita pela GSC Eventos e pelo IF Sul de Minas, pelo menos 550 pessoas vindas de todos os estados brasileiros se inscreveram para o evento, para participar de palestras, debates e pesquisas na área ambiental.
    A abertura do encontro fica por conta da palestra com o indígena Daniel Munduruku com a palestra ‘Mãe Terra e a Questão Indígena’. Na sequência, o encontro recebe a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

    Personalidades como Eduardo Lanna, um dos maiores especialistas em Águas no Brasil e Jonathan Van Speier, que é PhD em Turismo Sustentável.
    O Congresso engloba temáticas também como política nacional de resíduos sólidos, produção sustentável e segurança alimentar, economia verde, saúde e o meio ambiente, turismo sustentável, educação ambiental e sustentabilidade, águas e recursos hídricos, energia e fontes alternativas, mudanças climáticas e aquecimento global.

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